A sério, mesmo, só uma criança a brincar
Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008
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Na falta de assunto fala-se do tempo.

Na falta de tempo fala-se de pressa.

Na falta de pressa fala-se de vagar.

Na falta de vagar fala-se de ocupação.

Na falta de ocupação fala-se de emprego.

Na falta de emprego fala-se de trabalho.

Na falta de trabalho fala-se de fome.

Na falta de fome fala-se de apetite.

Na falta de apetite fala-se de comida.

Na falta de comida fala-se de governo.

Na falta de governo fala-se de selva.

Na falta de selva fala-se de jardim.

Na falta de jardim fala-se de betão.

Na falta de betão fala-se de economia.

Na falta de economia fala-se de desperdício.

Na falta de desperdício fala-se de poupança.

Na falta de poupança fala-se de empréstimos.

Na falta de empréstimos fala-se de bancos.

Na falta de bancos fala-se de cansaço.

Na falta de cansaço fala-se de energia.

Na falta de energia fala-se de petróleo.

Na falta de petróleo fala-se do álcool.

Na falta de álcool fala-se de sobriedade.

Na falta de sobriedade fala-se de política.

Na falta de política fala-se de religião.

Na falta de religião fala-se de futebol.

Na falta de futebol fala-se de fado.

Na falta de fado fala-se de sexo.

Na falta de sexo fala-se de vinho.

Na falta de vinho fala-se de sangue.

Na falta de sangue fala-se de saúde.

Na falta de saúde fala-se de Deus.

Na falta de Deus fala-se de razão.

Na falta de razão fala-se de emoção.

Na falta de emoção fala-se de gelo.

Na falta de gelo fala-se de calor.

Na falta de calor fala-se de afecto.

Na falta de afecto fala-se de amigos.

Na falta de amigos fala-se de influências.

Na falta de influências fala-se de democracia.

Na falta de democracia fala-se de igualdade.

Na falta de igualdade fala-se de dinheiro.

Na falta de dinheiro fala-se de lucros.

Na falta de lucros fala-se de guerra.

Na falta de guerra fala-se de paz.

Na falta de paz fala-se de pressão.

Na falta de pressão fala-se de leveza.

Na falta de leveza fala-se de peso.

Na falta de peso fala-se de gravidade.

Na falta de gravidade fala-se de simplicidade.

Na falta de simplicidade fala-se de grandeza.

Na falta de grandeza fala-se de rastos.

Na falta de rastos fala-se da suspeita.

Na falta de suspeita fala-se de hipóteses.

Na falta de hipóteses fala-se de certeza.

Na falta de certeza fala-se de dúvida.

Na falta de dúvida fala-se de crença.

Na falta de crença fala-se de acaso.

Na falta de acaso fala-se de determinismo.

Na falta de determinismo fala-se de probabilidade.

Na falta de probabilidade fala-se de possibilidade.

Na falta de possibilidade fala-se de sonhos.

Na falta de sonhos fala-se de sono.

Na falta de sono fala-se de amor.

Na falta de amor fala-se de solidão.

Na falta de solidão fala-se de confusão.

Na falta de confusão fala-se de ordem.

Na falta de ordem fala-se de decisão.

Na falta de decisão fala-se de hesitação.

Na falta de hesitação fala-se de intuição.

Na falta de intuição fala-se de sorte.

Na falta de sorte fala-se de jogo.

Na falta de jogo fala-se de penalidade.

Na falta de penalidade fala-se da justiça.

Na falta de justiça fala-se de poder.

Na falta de poder fala-se de segurança.

Na falta de segurança fala-se de medo.

Na falta de medo fala-se de coragem.

Na falta de coragem fala-se de inércia.

Na falta de inércia fala-se de liberdade.

Na falta de liberdade fala-se de censura.

Na falta de censura fala-se de tudo.


Prólogo


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publicado por prólogo às 22:10
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